Kyoto – Zen

Miya – The other chunk of our Japan time was spent traveling to Kyoto where we had a chance to ride the famous (and expensive) “Shinkansen” bullet train.  Kyoto is also known for having the most concentrated number of temples in all of the country, so we ended up visiting about 10 temples that ranged from red arched shrines, shining golden buildings, carefully manicured zen gardens, to green koi filled ponds.  One day, during sunset, we stumbled across this one complex of temples where we walked through and had such an incredible sense of peace, while watching a Buddhist monk striking a huge metal gong.  Spending time in Kyoto gave me a real understanding about Zen Buddhism as well as what Japan was like back in the days.  We chose to spend one of our nights at a traditional Ryokan (Japanese guesthouse) where we had a little living room with a low dinner table and a second room with futons on a tatami mat.  We had a beautiful view to the outdoor Japanese garden.  It was fantastic to have the authentic Japanese breakfast served to us by the family that owned the Ryokan.  Paulo and I ate miso soup, cucumber salad, rice, fried egg, salmon and green tea.  Quite different from bacon, eggs and toast right? I recommend that anyone who goes to Japan stays in a traditional guesthouse like that! Some of the other nights, we ended up having to stay in the neighboring town of Osaka and do day trips to Kyoto because all the hotels were booked due to a Japanese national holiday.  So we stayed in this great hotel, a block from the subway, with a Japanese bathhouse as well. The room was so small, that the bed was right up against the desk and the bathroom was literally the size of something you’d find in a traveling bus. But we saw it as another cultural experience and named it “The Capsule Hotel.”  And as you can see, I could write and write about Japan, because I really loved it that much. Can’t wait to go back!

*****

Paulo – Após uma semana em ritmo acelerado na capital do Japão, eu e a Miya tínhamos que decidir qual seria o próximo destino. Eu queria ir para o litoral surfar e a Miya queria visitar Kyoto, lugar conhecido pelos templos e por ser a cidade das “gueixas”, onde supostamente elas ainda andam vestidas com roupas típicas pelos bairros mais tradicionais da cidade. Como o surf no Japão é totalmente dependente dos ciclones, fiquei atento na previsão do surf e do tempo, conferindo quase todos os dias… E não vinha nada… Flat geral! Então ficou fácil decidir. Arrumamos as malas e zarpamos para Kyoto, à algumas horas ao Sul Tokyo. A cidade era bem legal, relativamente pequena (ou pelo menos a área de turismo e dos templos) e fácil de se ir de um lugar para o outro. A gente fazia tudo de ônibus e mais uma vez tivemos que usar e abusar do nosso livro de frases em japonês. Também chegamos a conclusão que é difícil ver japoneses acima de peso (tirando os lutadores de sumô) porque todo mundo anda muito, a cultura valoriza muito a saúde e um ritmo de vida ativo. Sabedoria oriental ou apenas bom senso? Mais uma vez chegamos na cidade e adivinha: Feriado nacional… Não tínhamos reservado hotel e quem disse que havia vaga. Tentamos procurar em todos tipos de hotel, dos mais baratos até os mais caros, mochileiros e pousadas. A resposta era a mesma, um “desculpa, tá tudo cheio” seguido de uma risada que até nos desanimava de continuar procurando. Decidimos então pegar o trem e dormirmos na cidade vizinha e metrópole Osaka e foi lá que achamos o que apelidamos de “Hotel Cápsula”. O quarto era tão pequeno que só cabia uma cama de casal, mesinha para computador, umas 2 ou 3 malas e só! Tudo bem juntinho e apertado. Alongamento dentro do quarto, nem pensar… O banheiro, apesar de muito limpo e bem planejado, parecia banheiro de ônibus. Na verdade a nossa “cápsula” era muito confortável e ficamos bem instalados, tomando o trem todos os dias para Kyoto e voltando à noite. Os templos lá eram realmente impressionantes, os jardins japoneses eram bem o que eu imaginava, com os lagos cheios de carpas, árvores tipicas, jardins de pedras e muita paz no ar. A maioria deles era Zen Budista, uma filosofia interessante que nos deixou com vontade de estudar mais sobre o assunto. Na cidade também era fácil ver as mulheres japonesas vestidas com kimonos típicos, aquelas sandálias de madeira e o cabelo preso para cima. Mas gueixas mesmo, vimos uma só passando correndo e com pressa de chegar em algum lugar. Na última noite, conseguimos uma vaga em um Ryokan, uma pousada tradicional, onde a família transforma sua casa em um hotel e trata os hóspedes como se eles estivessem ficando na sua própria casa. O nosso quarto tinha 2 ambientes, um com tatame no chão e apenas um acolchoado que servia de cama e o outro era uma salinha com uma mesa baixa, 2 encostos e uma televisão pequena. Também tinha umas portas tipo biombo que abriam para um jardim. A surpresa foi quando pedimos um café da manhã tipico para o dia seguinte. Acordamos às 7:30 e a dona estava na porta para servir o café com uma bandeja gigante. Sentamos na mesa e abrimos os pratos – Sopa misoshiro, salmão, ovo frito, salada de algas e pepino e um prato de arroz. Pergunta número 1: Será que ela entendeu que era café da manhã mesmo? Resposta: Sim. Pergunta número 2: Como vou comer ovo frito com palitinho?? Resposta: Se vira! E assim foi a trip do Japão, uma mistura de muitas surpresas, confusão, novos aprendizados e cada vez mais respeito por culturas e povos antigos que tem muito pra nos ensinar…

Bridge

Postcard moment in Kyoto

Lion

Lions and temples

Ryokan 2

The Ryokan

Images

Scenes of a traditional japanese guesthouse

Ryokan

Enjoying the moment

kimono - symbol

Miya and the Buddhist symbol

Eating breakfast with chopsticks

Detail

The land of the rising Sun

The natural juices sold on train stations were really good

Pattern

Colors of Japan

School is out – the famous Shinkansen, the bullet-train

Japanese gardens and temples

Dark

Silhouettes

~ by The Local Way on October 10, 2010.

2 Responses to “Kyoto – Zen”

  1. Miya, uma autêntica japonesinha. Lindo

  2. Como sempre é muito agradável o relato de voces, os comentários e lindas as fotos. Dá vontade de visitar os lugares.

    Um beijo

    Silvia

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