Madness in Tokyo

Shibuya

Miya – I loved Japan! It’s one of the three top countries on my list.  My intrigue with Japanese ways and culture dates back to when I was a little.  As a kid, we would visit relatives in Hawaii (where the Japanese influence is huge) and my aunt would shower me with all kinds of Hello Kitty (Sanrio) paraphernalia.  In Boston, my mom would take me to the Children’s museum to attend a Tea Ceremony in a traditional Japanese house.  Growing older, I tended to identify with the detail, precision and organizational aspects of the culture and even my name “Miya” is Japanese.  So as you can imagine, there were high expectations for our trip to this Asian country. Hmm, where to begin…  Delicious, incredible food… Yummy! We ate tasty ramen noodles, fresh cucumber salad with shaved pieces of marinated garlic, scrumptious pizza on warm chewy dough, deep fried tofu, real Kobe beef, calamari dumplings (street food), sushi rolls from 7-Eleven. I promise, they were good with flavorful Hokkaido cheese, grilled shitake mushrooms, etc…  Brazil and Japan are the winners for the BEST food in the world, hands down.  However my most favorite dinner was at a place called Maguro Bito, a Kaiten sushi restaurant with a line out the door!  These conveyor belt sushi joints are really popular.  This night, Paulo and I gulped down cold mugs of Kirin beer on tap and ate amazing sushi, plate after plate.  The fish would literally melt in my mouth.  The sushi chefs would be yelling out greetings as people entered or exited the restaurant. We ended up sitting next to 2 older Japanese women daintily sipping on a few bottles of Sake.  They were so cute and friendly despite the language barrier and they ended up sharing a few of their appetizers with us.  It was a wonderful, spontaneous local experience.  We spent a number of days in Tokyo, which was everything that I imagined and more.  We got this adorable apartment hotel in the Shinjuku neighborhood, where we were able to visit the local grocery store and cook some of our own meals.  It had fast Internet, cable TV and really clean bathrooms (even a heated toilet seat.)  One day we explored the famous Akibahara (Electronic district) which was filled with flashing lights and people at the store fronts calling out discount specials.  But the most unique factor was the large Anime/gaming influence of the area.  As we walked the main street we discovered one of those game arcades where you can put money in and try to grab a toy with the metal claws.  Well, after dropping a few Yens we finally won the little anime plastic doll.  It was like being a kid again, although in Japan, you’d see many adults in business suits playing as well!  And there were these “maid cafes” where the waitresses would dress in anime character costumes and entertain the businessmen while drinking coffee – nothing x-rated though.  The goal was to act out parts of this gaming/fantasy world and make it come alive for the customer.  In our time spent in Tokyo, here are some unique observations that made this city different from any other: Tons of businessmen dressed alike, out till late eating and drinking and many even stumbling back to the subway; Girls dressed in super short skirts and stockings during the day (outfits that many American girls use only for naughty Halloween parties); Vending machines that served hot food; A sense of personal safety in the streets with everything being ruled and orderly; An incredible array of tasty food options in the department stores and subway/train stations; Chefs yelling loudly to greet you when you enter a restaurant; Squatting toilets.  It was striking to notice that Japan is a first world country, yet the culture is SO different in so many ways.  We wrapped up our final night in Japan by checking out a very cool, underground restaurant lounge in the “happening” neighborhood of Shibuya.  We headed down the stairs to then be greeted by a guy in the doorway – “Welcome” – and he asked for our shoes.  It was a gamble because we weren’t able to see inside to make sure there were people there or that the place was even good.  But, the minute we stepped inside, we both said “Perfect!”  The floor and part of the walls were covered in a fuzzy red material and the tables were low, with lots of other couples lounging.  The bar was vibrant, the lighting was soft and there was fantastic ambient music playing.  The pasta was amazing as well…  Before that, we also managed to leave the capital for a few days and visit Hakone, a quaint mountainous town with wonderful natural hot springs, only 1 hour away.  We had to follow a special process of rinsing before entering the pools. Normally people with tattoos are not allowed, however they made an exception for Paulo.  There is quite a negative stigma toward tattoos in Japan due to the association with the mafia.  Nonetheless, we both enjoyed an unique, cultural and traditional experience in the land of the rising sun!

*****

Paulo – Minha experiência em Tokyo se resume a uma só palavra: Loucura! De todas as cidades grandes que visitei durante o ano, essa foi com certeza a mais fascinante. Apesar de ser a capital de um país de primeiro mundo, as diferenças culturais são tão grandes que é difícil até entender o que está acontecendo. Pra começar, o idioma é uma grande barreira de comunicação. Os japoneses não falam tanto inglês como eu esperava… Acho que por serem de um país com uma história tão antiga e de extrema importância no cenário mundial, eles não estão preocupados em aprender outra língua ou adaptarem os letreiros, sinais ou menus para turistas. Eu e a Miya compramos um livrinho desses de frases úteis e para minha surpresa, até que mandei bem no japonês – Arigatô Gozaimasu, oishikatta desu, sumimasen e por ai vai! Bom, armados com o nosso livrinho e um passe de metrô, saímos de rolê pela cidade, visitando o distrito eletrônico (Akibahara), o bairro dos personagens de manga/anime (Harajuku), a área da night (Kabukicho), alguns templos e vários restaurantes! A comida dificilmente era ruim… Sushi, sashimi, ramen noodles, tempura e frituras para tudo quanto é lado! Como eu costumo dizer, era o paraíso dos gordinhos… hehehe Outro fato que me chamou a atenção foi a quantidade de mulheres bonitas pelas ruas. Não é novidade nenhuma que eu gosto de um olho puxado mas mesmo assim não esperava ver nem metade do que vi. Além de serem bonitas, as japonesas usam roupas muito curtas e provocativas, e que no Brasil ou Estado Unidos seriam, vamos dizer assim, “mal-interpretadas”. Bom, depois de alguns puxões de orelha da Miya, me acostumei com o estilo delas e as roupas até que se tornaram normais… Além de Tokyo, agarramos o trem-bala e visitamos Hakone, uma belíssima cidade de águas termais (que fica a uma hora de distância) e curtimos o tradicional banho japonês, onde você tem que se lavar antes de entrar na água. E quando eu digo se lavar, não é aquela duchinha básica que a gente toma antes de entrar na piscina. Tem que tomar um banho completo mesmo, com sabonete, shampoo e tudo… Senão, é considerado uma falta de respeito enorme. E eu que quase não pude entrar nas termas por causa das minhas tatuagens, não podia dar mole… Aliás, vale a pena dizer que o Japão foi o único lugar do mundo até agora que eu me senti mal de ter tattoos. Eram olhares feios no metrô, nas ruas e até em alguns hotéis. Acho que para as pessoas mais velhas, as tatuagens tem uma conotação negativa e são associadas com a máfia Yakuza, coisa que dá até pra entender… Mas a nova geração está mudando essa história, também rabiscando a pele sem fazer parte da máfia. Outro fato negativo foi observar que existe uma espécie de preconceito com relação à estrangeiros. Fomos vetados em algumas baladas escutando diretamente do segurança: “Sorry, japanese only!” Bom, deixa pra lá, afinal a maioria do povo foi muito receptivo e nos tratou muito bem, dando risada no meu japonês “avançado” e se esforçando ao máximo para nos explicar as tradições e nos ensinar algumas coisas sobre seu país. Em umas das nossas últimas noites na city, fizemos uma balada daquelas, quebrando o recorde de São Paulo e voltando para casa às 11 da manhã! Começamos em uma lounge, depois um club com música ao vivo e DJs, seguindo com um jogo de bilhar com um casal que conhecemos e depois acabando num sushi bar tomando cerveja de manhã… Não preciso nem falar que o dia seguinte nem existiu, ainda bem que não é toda semana que a gente faz uma dessas. Mudando de assunto, não fiquei tão impressionado com a tecnologia de Tokyo e do Japão em geral. Tirando as privadas, que tem controle remoto, controle de temperatura e outras funções mais, tudo me pareceu bem normal comparado com os States. A única coisa que não foi uma surpresa total, foram os preços absurdamente caros que já esperávamos. Por exemplo, pegar um táxi do aeroporto p/ o centro da cidade custava apenas 300 dólares!! Sem chances… Com pranchas e malas na mão, encaramos os metrôs e trens lotados assim como uma bela caminhada até o hotel. Com certeza o Japão é um dos países que queremos voltar e explorar mais, ainda mais agora que já sabemos o básico sobre a cultura, tradições e comportamento desse povo muito interessante, humilde e inteligente. Quem sabe na próxima, estarei dominando o idioma e com a Miya do lado, até passaremos por locais! Sayonara Nippon!

Signs

If you’re hungry you better learn some Japanese characters…

Colors of Japan

Colors of Japan

Bride and Cups

A bride posing for photos – Cups used on a cleansing ritual before entering the temple

Kaiten sushi

Maguro Bito – The funnest meal we’ve had in Tokyo

Anime

Miya was a kid again! It was awesome to see it

Octopus

Delicious street foods

Japan images

Japan is all about style and details

City Lights

Tokyo’s lights are on 24/7

Miya's twin

We even found Miya a twin sister

Insomnia

Insomnia Lounge – The beginning of a long, fun night in town!

Night temple

Of course, we had to check out some tourist attractions

Girls

Tokyo girls were always smiling and ready to pose

~ by The Local Way on October 5, 2010.

One Response to “Madness in Tokyo”

  1. Nossa, adorei. Que linda japonesinha é a Miya. Japão: loucura, loucura, loucura.

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