Holiday in Cambodia

Beng Melea

Miya – By the time we got to Cambodia, we had done a lot of jumping around hotels and cities so we were ready to choose one place and stay there the whole time. The funniest thing of all was that we would criticize other travelers when they were picked up at the airport by drivers holding signs with their names on them.  However this time, we were those people!  Hey, it was SO worth it.  We avoided fighting the swarms of taxi guys hounding us for our business.  We walked straight up to the printed sign “Paulo Dias” and said to each other “Ahhh, how nice and easy”. So we settled in Siem Reap for a week, in a fantastic family run hotel with free breakfast, cable TV, air conditioning, hot water, internet and free tuk-tuk rides (all for only $15/day)!  Mr. Meng, the owner and manager along with his family/staff were extremely friendly and helpful while speaking incredible English.  In order to provide security for the hotel, some of them would setup a tent in the reception area and sleep there all night.  I had never seen that before!  Regarding sightseeing, we couldn’t pass up the famous temples of Angkor Wat, however my favorite was another temple called Ta Phrom, the jungle temple, with lots of overgrown greenery/roots and fallen rocks  (It’s the one where they filmed the movie Tomb Raider). But I must say, there is only a certain amount of temple sightseeing before you tire out.  The other days we got wonderful massages – 1 hour for $5, ate yummy inexpensive food in the popping downtown area (Pub Street – jammed with stylish restaurants featuring cuisines from all over the world), drank 50 cent beers and cruised the night market – yes another night market…  One very memorable day, was when we hired a tuk-tuk driver to take us to another jungle temple, 2 hours out of Siem Reap.  We passed through the rural countryside of Cambodia and saw beautiful rice fields, village life and even men carrying 3 dead pigs on their motorbikes.  We ended up buying some notebooks and pencils and handed them out to groups of village kids we spotted on our drive.  They were all SO thankful when they received their new gift.  It was a very small thing but gave me such a sense of happiness. On the flip side, there were some not-so-happy things about Cambodia.  The poverty is SO prominent that people are constantly trying to sell you something – kids begging for milk (sometimes even part of a “buy-back” scam), selling books, men every few feet yelling “Tuk-tuk  you need a ride?”, women offering massage on every corner.  It’s like everyone is desperate to find a way to make a dollar.  “Hey Lady, you buy something? Lady?” I felt such a sense of compassion and a strong desire to want to help everyone.  But how many bracelets can you really buy or how many tuk-tuk rides do you need?  Also, you would see many young and old people limping around with missing limbs and you’d soon realize, wow, this was from the hidden land mines.  And then you learn that out in the countryside, there are STILL landmines buried, however the country doesn’t have enough money to go dig them out.  One more bad thing was the Khmer Rouge massacre that only happened about 35 years ago, all to innocent people in Cambodia… It was also hard to see women wearing winter clothes (I am talking socks, beanies, sweaters, etc) in the 95 degree heat, all to avoid getting tanned.  It was explained to me that the whiter the woman, the more desirable she is for marriage.  Whiter meant you had money and didn’t need to be in the field working. Despite all the sad parts of this country, the Cambodian people seemed hopeful, friendly and kind at heart.  I left there feeling inspired to find a way to really “give back” to the Cambodian community.

My Favorite Foods:

1 – Morning Glory Green veggies with rice @ Khmer Kitchen

2- Spring Rolls – soft and chewy @ Khmer Kitchen

*****

Paulo – Faz muito tempo que já conheço a famosa musica do Dead Kennedys – “Holiday in Cambodia”, mas nunca achei que realmente iria seguir a letra e visitar o país… Como não tínhamos muito tempo por lá e já estávamos cansados de mudar de hotel pra hotel, resolvemos ficar a semana toda em Siem Reap, uma cidade pequena e que serve de base para os turistas que querem explorar os templos de Angkor Wat. Nessas alturas da viagem, já sabíamos a formula que vinha pela frente: Cidade turística = muitos turistas = $$$$$ = encheção de saco de vendedores, ambulantes, taxistas, etc = sossego zero. Mas o que não esperávamos era o numero de crianças e pessoas em geral pedindo esmola, vários sem algum braço ou perna (provavelmente perdidos nos campos minados ainda espalhados no país) ou seja, uma pobreza triste de se ver… E essa não foi a única semelhança com o nosso país. Assim como o Brasil, apesar de ter tantas dificuldades, o povo também é muito alegre, receptivo e está sempre dando risada. Dava vontade de ajudar todo mundo, mas não tinha como… A gente fez o que deu. Ajudava quando podia e até comprava o que não precisava, só pra contribuir. Bom, o nosso hotel em Siem Reap foi com certeza o melhor custo-beneficio de toda a viagem. Por apenas $15 dólares por dia, eu e a Miya tínhamos um quartinho completo, com TV, ar-condicionado, café da manha incluído, translado do aeroporto, carona pro centro da cidade e algumas cositas mais. Fiquei até com vergonha de pedir aquele desconto básico que sempre peço nos hotéis… Também aproveitamos as massagens baratas na cidade ($5 dólares por hora), exploramos o centrinho e provamos as comidas típicas. Aliás, falando em comida, aqui vai um alerta: Sabe aqueles programas de TV, onde o apresentador acha uma barraquinha de rua com a melhor comida da cidade e um preço quase de graça? Isso não existe!! Na verdade, você estará se arriscando em comer num restaurante (barraca) sem higiene nenhuma, com uma comida de vai-saber-quando, e ainda pagando o dobro do que os locais. A gente até que achou uns bons mas na maioria das vezes era roubada… Em uma delas, passei mal no dia seguinte e durou muito tempo. Fiquei algumas semanas fraco, com pouca energia, me sentido esquisito. O estômago mudou, tava estranho… Só depois de alguns remédios e consultórios médicos, estava pronto pra mais uma, só que dessa vez, pensando duas vezes na hora de escolher o lugar pra comer… Faltou falar dos templos, que aliás são os motivos principais pela qual as pessoas visitam o Cambodia. São complexos gigantescos, construídos durante o império dos Reis Khmer e espalhados por toda a região. O mais legal de todos, na nossa opinião, foi o Ta Prohm, um templo “abandonado” no meio da selva, onde as árvores e vegetação cobrem parte das ruínas, causando um visual impressionante. A arquitetura, esculturas, construções e desenhos também chamavam muita atenção por seus detalhes e as historias contadas pelo nosso guia, nos faziam imaginar como era a vida naquela época. Em outro dia, agarramos um tuk-tuk e fomos visitar Beng Melea, um templo mais afastado que fica a duas horas de Siem Reap. O caminho foi mais interessante do que o templo em si. Passamos por vilarejos, plantações de arroz, estradas de terra e na volta ainda paramos para distribuir uns cadernos e lápis que compramos de uma mulher na rua. Moral da história: Esse ano, eu e a Miya conhecemos lugares maravilhosos, culturas diferentes, passamos experiências únicas, visitamos ilhas desertas, praias de sonho e ainda surfei ondas perfeitas… Mas ver a alegria dessas crianças pobres, quando elas receberam um lápis e um caderno que em muitos países poderia até estar no lixo, foi um dos momentos mais especiais da trip. Espero que a gente possa sentir isso mais vezes. Estou vivo, obrigado meu Deus!! E ajude esse país a superar seu passado turbulento…

Entrance

Images of Angkor Wat

Bayon

Bayon – The coolest Buddha heads

Images

Growing trees – A very focused young monk

Angkor Wat

Can’t help but think “Indiana Jones”

Miya

The green window – details

Detalhes

Corridor – the same green window

Flames

Need an incense? Ask her…

Water Buffalo

Life in the countryside – rice fields

Moto

Southeast Asian motorcycles can carry it all, believe me

 

~ by The Local Way on September 27, 2010.

One Response to “Holiday in Cambodia”

  1. Noossaa Paulo voce arrebentou nessas fotos, principalmente a primeira, estão lindas. O texto de voces tambem muito lindo, principalmente o seu. Graças a Deus você é assim.

    Um beijo

    Silvia

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